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segunda-feira, 11 de setembro de 2017

PENSAMENTOS

*A Morte

O que seria a morte?, O fim da vida?, O falecimento de um ser ou a mudança de um estágio da nossa existência, há um ditado popular que diz: “tudo se da jeito menos a morte”, esse é um ditado tanto verdadeiro quanto a vida é real, ainda há outro ditado popular que diz: “é a sina da pessoa morrer da forma que morreu” seja de falência geral de órgãos, acidente, doença ou assassinato e que as desculpas são apenas para lamentar a morte de alguém. Ainda na seqüência do ditado popular as pessoas dizem “o que é bom dura pouco” e Deus leva para o céu e assim o falecido descansa em paz. Todos os seres vivos da natureza sofrem a morte, mas de todos os seres, o ser humano é o que mais tem sentimento pela morte do outro ser humano. Talvez porque o homem seja o único ser social, intelectual do mundo ou talvez por ser o único ser vivo que sabe distinguir o que é a vida e o que é a morte. Claro que todos os seres vivos sentem algo pela perda de outro ser da mesma espécie mesmo que não seja um sentimento consciente de ter dor da perda, mas sim um sentimento instintivo (sentimento através do instinto), porém o ser humano é o que mais tem sentimento por alguém que sofre a morte, ainda mais quando se fala de uma pessoa que gostamos muito, a dor pela perda de uma pessoa amada é indiscutível, não se apaga e não se esquece jamais. Segundo a bíblia a morte surgiu por causa do pecado de Adão e Eva que comeu o fruto do mal incentivado pela serpente e por isso Deus os tornou mortais, a princípio nem o próprio messias saiu ileso da morte, porém deu a sua própria vida para salvar a humanidade e foi ressuscitado pelo criador sendo então o único da face da terra que venceu a morte (pelo menos para os religiosos é assim) . As pessoas que acreditam na religião sobretudo na bíblia busca vencer a morte através da salvação, de acordo com a bíblia e a religião o ato de Jesus cristo ter dado a sua vida para salvar a humanidade é a marca mais forte na historia da humanidade no que diz respeito à morte. No conceito de biologia a morte é o fim da vida natural, o término do trabalho do organismo e de suas funções vitais de um ser. A maior certeza da vida é a morte e a maior dúvida é o que vem depois, querendo ou não todos passarão pela morte, todos nascem deixam a sua semente e morrem assim continua a humanidade na evolução junto com a natureza. Juntos com a matéria bruta (inorgânica) e a matéria orgânica somos todos parte do universo.                   

(Jerbialdo)


*antes eu já pensava em escrever um artigo que descrevesse um pouco a morte, mas não é fácil falar desse assunto ainda mais em público como na internet porém a morte do meu primo Erinaldo (barrão), assassinado e a morte do meu irmão Jackson falecido 12 dias após o falecimento do meu primo levou-me a ter mais coragem pra falar da morte. Deixo aqui nesse artigo os meus sentimentos pela morte do meu primo Erinaldo (barrão) assassinado na madrugada do dia 02 de janeiro de 2008 no distrito de Valentim (Boa Nova-BA), filho de Lurde e Olídio e ao meu irmão Jackson (João grilo) falecido na zona rural da  região do rio dos índios no município de Dário Meira-BA.  

domingo, 10 de setembro de 2017

POESIA

Eu e você

Eu sou a chuva;

Você é o mar;

Não correr de mim;


Porque um dia nos vamos se encontrar

(Jerbialdo)

sábado, 9 de setembro de 2017

POESIA

Eu e ela

Você é a uva;

Eu sou o cajá;

Pena que eu não posso te saborear;

Mas o que mais quero é te amar

 (Jerbialdo)

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

POESIA


*O Frio de Conquista

Conquista que é fria;

O frio que faz muitas pessoas tomarem banho quente;

Mas que ainda sente a água morna;

O frio que faz muitas pessoas tomarem banho morno;

Mas que ainda sente a água normal;

O frio da água que sai da torneira;

Que parece-me estar saindo da geladeira;

O frio da água que sai do tanque;

E que banha aqueles que não têm chuveiro;

Que parece-me um freezer descongelando;

O frio que condensa o ar quente que sai do meu pulmão;

E que forma uma pequena nuvem nesse ar frio e seco pouco denso;

O frio que faz-me dormir com duas camisas, calça, meia e dois cobertores e ainda sinto frio;

O frio que faz a bexiga do meu indicador de temperatura murchar como se fosse amassada;

O frio que faz aqueles mendigos tornarem cristais da vida;

A vida daqueles que não tem onde ir nem onde dormir;

Que faz passar despercebido por muita gente;

Mas que seus corações ainda continuam quente.

 (Jerbialdo)

*(esse poema eu fiz pensando no frio de Vitória da Conquista - BA com relação às pessoas que não tem nem um chuveiro para tomar banho morno e os mendigos que muitas vezes não tem nem um agasalho para se proteger do período de frio no inverno com relação da minha própria experiência de vida nessa cidade)

terça-feira, 6 de junho de 2017

POESIA

Somos...

Somos o tudo e o nada;

amor e ódio;


tristeza e alegria;


matéria e energia;


o vácuo e o espaço preenchido;


o mistério e o conhecido;

somos a singularidade e a divindade;


o perfeito e o assimétrico;


o contínuo e o cíclico;


o alcançável e o intangível;


o big-bang e o big-crunch


a ordem e o caos


o pensamento e a razão;


somos a beleza da existência.

(Jerbialdo)

sexta-feira, 12 de maio de 2017

POESIA - SONETO

QUAL É O SEU SONHO?
A pedido do amigo Luciano Gomes, em uma mesa de bar em Vitória da Conquista-BA, 12 de maio outono de 2017

É o amigo que pergunta
A mim, que já os tive tantos,
Outra indagação se ajunta:
Foram muitos, nem sei quantos!

                                        Ah, amigo, os tive às centenas
E até hoje ainda os tenho...
   Uns remontam à velha Athenas...
Sinto os louros no meu cenho!

   O maior sonho, o atual,
   É chegar ao meu final
                                            Com amor e dignidade...

                                             À minha prole amorosa,
                                             Deixar pétalas de rosa
                                               Sob o signo da amizade!

segunda-feira, 24 de abril de 2017

POESIA

HOMENAGEM AO DIA INTERNACIONAL DO LIVRO, 23 DE ABRIL
DIVAGANDO AOS 73! 
Aos meus filhos, netos, bisnetos, parentes e amigos...

Ricardo, ao lado da estátua do poeta Vinicius





Eu sonho com amigos mortos,
Mas devo sonhar com quem?
Mortos no novo milênio,
A conta não chega a cem!
Eu sonho com amigos mortos,
Mas devo sonhar com quem?

Já tive medo da morte,
Medo, todo mundo tem!
Fiquei valente. De sorte,
Que virei um cara, sem...
Já tive medo da morte,
Medo, todo mundo tem!

Minha vida é um desafio
Que enfrento todo dia!
Como nos versos que crio,
Nos textos, na Poesia!
Minha vida é um desafio
Que enfrento todo dia!

Não quero brigar com a morte,
Quando chegar meu momento!
Quero deixar alegria,
Nada de aborrecimento...
Não quero brigar com a morte,
Quando chegar meu momento!

Aos amigos e parentes,
Dedico minha Poesia!
Que jamais sejam doentes
Ou sofram de nostalgia!
Aos amigos e parentes,
Dedico minha Poesia!

Aos meus filhos, um recado:
Que honrem minha memória!
Nunca brigamos por dinheiro,
Continuem nossa história...
Aos meus filhos, um recado:
Que honrem minha memória!

domingo, 23 de abril de 2017

POESIA

Praças de Conquista

Oh conquista tuas praças têm alegria;

Tuas praças têm harmonia;

Tuas praças têm o ar que faz amar;

Tuas praças têm a beleza da natureza

(Jerbialdo)

PRAÇA TANCREDO NEVES

(Vitória da Conquista-BA)

Imagem antiga


Imagem moderna



terça-feira, 18 de abril de 2017

POESIA

O Segredo da Vida?



"Oh vida insensata;

Qual o teu significado?;

por que a tua alma resplandece em amor e ódio?;

qual o objetivo de te?;

se saiba o segredo, por que esconde de nós?;

será que o teu segredo se esconde nos confins do universo ou na infinitude do nosso pensamento?;

De onde tu vieste e nos transforma nessa maravilhosa existência que chamamos de vida?;

Oh vida por que nos esconde o teu segredo?;


Será que carregamos em nossas almas e não sabemos?"

(Jerbialdo)

domingo, 15 de janeiro de 2017

POESIA - SONETO

SUSPIROS DE AMOR!
 Ricardo De Benedictis

Não pensei que a encontraria
Pois sei que a vida é tão breve!
Não imaginei que a euforia
Desse instante que me atreve

A fazer milhões de cálculos,
Ter milhões de pensamentos,
A ver por trás dos meus óculos
E sonhar através dos tempos!

Revivo, enfim, bons momentos
Comemorando os eventos,
                                    Os mais belos que vivi!

                                  Até parece ilusão,
                                   Mas meu velho coração
                                    Suspira de amor por ti!

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

POESIA



EU E A POESIA III
Ricardo De Benedictis

Se eu não fosse tão sincero
Ao compor minha poesia,
Por dizer sempre o que quero
Na tristeza e na alegria,

Quem sabe, meus sentimentos
Não fossem os mesmos que tive
E nem os meus argumentos
Realçassem o amor que vive

Até hoje no que faço
Seja no olhar ou no abraço,
Na despedida da amada!

Pois tudo o que fiz na vida
Foi com a incerteza incontida
Da partida ou da chegada!

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

POESIA



EU E A POESIA II
Ricardo De Benedictis


Eu sou parte dos Poetas,

Dos repentes, dos cordéis...

Sou ligeiro como as setas,

Tenho a voz dos menestréis



Componho em verso e prosa

A vida em moda de viola.

A flor preferida, é a rosa,

A Poesia, minha escola!



Versos livres ou rimados,

Os meus sonhos mais sonhados

Em busca de amor e paz!



Assim eu venho vivendo...

Ora feliz, ou sofrendo

Com as voltas que a vida faz!


FALANDO DAS NOVELAS DO DIA-A-DIA
Ricardo De Benedictis


Não sou tão fã de novela

Mas comento esta ‘Viela’

Que a Globo traz todo dia.

Nino, Max, Carminha,

Criminosos da ‘Rocinha’

Que a Justiça acaricia!

O lixão de Sá Lucinda

Põe os sonhos na berlinda

Como se fosse um abrigo...

Meninos muito felizes,

Sem família, sem raízes,

Mas que não correm perigo!

Do lado bom, o ‘Tufão’,

Ex-jogador de botão

A sustentar vagabundos...

A Nina, u’a bandidinha

Que quer posar de rainha

Criando mundos no mundo!


FALANDO DAS NOVELAS DO DIA-A-DIA II
Ricardo De Benedictis


Três amores, nem pensar...

Três famílias de uma vez,

Impossível sustentar

As contas do fim do mês!

Difícil de administrar

O endereço delas três

Pior mesmo é pagar

Cartões que vencem de vez!

Aqui pra nós, seu Cadinho,

Pare logo com esta farra

E escolha a mulher amada!

As outras, dê-lhes um tempo,

Deixe chegar seu momento

Trate-as como quem quer..nada...




PAZ PELA PAZ
Ricardo De Benedictis



Se somos indiferentes

À Paz que o Mundo precisa

Não percebemos pungentes

Os bens que a guerra nos tira!



Os humanos insensíveis,

Idólatras e fanáticos

São tais seres, desprezíveis,

Carrascos, loucos e sádicos



Que querem impor sua crença,

Mas adquirem a doença

Mais perversa e degradante.



Pra nós, Poetas da Paz,

Violência, nunca mais.

Muito amor é o bastante!

LÁGRIMAS
Ricardo De Benedictis

As águas quentes de um rio

Escorrem bem devagar

Pelo meu rosto a trilhar

E não confundem meu brio!



Pode ser mal da idade

A emoção aflorada,

A incontinência molhada,

Expressão da minha verdade!





As águas quentes de um rio

Seja verão, seja frio,

Não dependem da estação...



Uma cena, um pensamento,

Uma lembrança, um momento

Que me toque o coração!


TRANSE NO MUNDO!
Ricardo De Benedictis


De meus pai  e da minha mãe, sou um rebento.

Suas almas imortais eu represento

Com a mais subida honra, me afirmo!

As virtudes e os defeitos que sei,

Inerentes aos humanos herdei!

Nas suas atitudes me realizo...



Pouco tenho a dizer sobre mim:

Por toda a vida lutei. E assim,

Grande parte dos sonhos realizei!

Mas tive que sofrer alguns fracassos,

O ódio e a inveja a obstar meus passos,

Perseguições, vinganças, refutei!



Avaliando a humana trajetória

É fácil conhecer-se na História

Que os grandes vultos, mesmo no apogeu

São derrotados e até sucedidos,

Uns por aventureiros ou bandidos,

Outros de bons propósitos como os seus!



Dessa maneira vai rodando o mundo...

Drones guiados por um vagabundo

De qualquer parte do nosso Planeta!

Que bombardeia e mata inocentes

Pelo prazer de ‘aparecer’ somente

Ou no poder maldito da ‘caneta’!


QUADRILHEIROS
Ricardo De Benedictis

Eram cinco aventureiros,

Eram cinco estrangeiros

Procurando seu destino.

Sua vida de aventura

Deu mote à literatura

Na luta dos peregrinos!



Europeus de nascimento,

De glórias e sofrimento,

O Brasil os acolheu.

Aqui eles se encontraram,

Bons amigos se tornaram,

Nenhum deles se perdeu!



Os cinco desconhecidos

Transformaram-se em bandidos

E organizaram a quadrilha

Que ficou muito famosa.

Cantada em verso e prosa,

Trocando estradas por trilhas!



O que veio da Bulgária

Quase sucumbe à malária

Que teve em Minas Gerais.

Campo de Concentração,

Era a origem do alemão

Em fuga dos tribunais!



Da ‘Camorra’ o italiano,

Um sanguinário, insano,

Foi mostrado na TV.

Por três crimes, condenado,

Em vez de extraditado,

Filiou-se ao PT!


Mas foi na velha Suiça

Que Obama fez de lingüiça

O francês e o português!

E assim, todos em ‘cana’

Chega ao fim a saga insana,

Cada qual por sua vez!


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