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segunda-feira, 30 de maio de 2022

RICARDO DE BENEDICTIS - SONETO:

 VIVER UM GRANDE AMOR!


Um grande amor não se guarda num cofre.

No coração não cabe a solução!

O amor é tão rico, tão eterno e nobre,

Que tem de ser pensado com a razão.


O amor não deixa grande comoção

Se você sabe que o problema existe.

Se seu destino entregue à razão,

Não lhe deixa infeliz, sozinho, triste!


Nosso amor operou alguns milagres

Que nem a Igreja, com os seus altares,

Talvez nos mostrassem soluções!


Nós somos dois amores, convergindo

Num campo complicado, mas seguindo,

O curso inexorável das paixões!

terça-feira, 24 de maio de 2022

RICARDO DE BENEDICTIS - SONETO

 

UMA VONTADE GRANDE DE TE VER!

 

Uma vontade grande de te ver

Uma atitude certa a tomar

Não sei por onde possa me valer

Ou mesmo sei por onde começar!

 

É o amor que sinto, a me envolver

Como um polvo à presa quer laçar,

É como se fosse o mundo a me prender

E eu pedindo a Deus pra me soltar!

 

Sou eu, lutando em vão contra a maré

E as ondas revoltas a me empurrar

Depois, a maré calma e a minha fé,

 

Enfim vem pra que eu possa me salvar

Outra vaga me empurra sem saber

Que assim me levaria a te encontrar!

sexta-feira, 6 de maio de 2022

POESIA - AO DIA DAS MÃES - RICARDO DE BENEDICTIS

 

A MINHA MÃE

Ricardo De Benedictis

"Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem seus dias na terra que o Senhor, teu Deus, te dá." Êxodo 20:12

llhéus — BA. DIA DAS MÃES - 08/05/1977.

Quis te fazer poesia
neste dia;
lembrei da infância todinha,
vida minha...
Quis então dedicar versos,
submersos,
na mais sublime razão,
coração...
Pensei então na coragem,
na viagem
que empreendi ao passado;
e ao teu lado
me encontro neste dia
de alegria,
beijando o rosto querido,
tão querido,
da minha mãe adorada
e passada
pro Reino da Eternidade,
sem maldade,
onde iremos nos rever
e querer...
Mas hoje fico pensando
e rezando,
pra que minha mãe esteja em paz;
mais e mais;
pois este 8 de maio
é lacaio
de todas as mães do mundo;
e profundo
é este ar sempre triste,
que existe,
onde ela for ausente
e presente,
nas nossas recordações e orações